O importante papel da Anvisa na qualidade da pesquisa clínica no Brasil | ABRACRO

Se o Brasil hoje está entre os países atuantes no cenário mundial da Pesquisa Clínica, muito se deve à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Sua atuação foi e tem sido cada vez mais importante e fundamental, desde que passou de agente passivo a atuante nos processos de liberação de estudos e produtos.

 

O começo e o marco principal

Embora o começo da Pesquisa clínica no Brasil tenha enfrentado, entre outras questões, essa posição de espectadora da Anvisa, o quadro mudou gradativamente. A agência passou a se envolver mais evoluindo e fazendo o setor de pesquisa clínica evoluir também.

De acordo com Leandro Lozano, consultor em assuntos regulatórios para a Abracro, em 2014 houve um grande divisor de águas para o setor. Nesse ano foi criada a atual legislação em vigor, pensada em conjunto com órgãos e inclusive com contribuições importantes da Abracro.

Essa legislação diz respeito não só ao estudo e ao produto, mas inclui o plano de desenvolvimento do medicamento. “A Anvisa quis entender melhor e aprofundar o conhecimento sobre o que estava acontecendo, tornando-se um ator mais decisivo no desenvolvimento dos medicamentos”, diz Lozano.

 

Contribuição essencial para a pesquisa clínica

A partir do momento em que o Brasil passou a ter uma legislação mais sólida em pesquisa clínica, ganhou projeção maior a nível global. “Quanto mais estivermos dentro das tendências mundiais, mais passamos a ser um país mais atrativo para o setor”, aponta Leandro.

Assim que a Anvisa se envolveu e buscou que o setor estivesse dentro dos níveis exigidos, o Brasil ganhou, tornando-se mais competitivo. “Com isso, passamos a nos preocupar com que os estudos estejam alinhados ao padrão global de qualidade. Isso eleva bastante o nível de estudos”, diz Lozano.

 

Qualidade da Anvisa

A cada aumento de exigência feito e pensado pela Anvisa, o setor consequentemente evolui. “Isso nos ajuda a mostrar ao mundo que podemos fazer melhor”, diz Lozano. Graças ao diálogo aberto e franco estabelecido entre Anvisa e Abracro, a Pesquisa Clínica no Brasil ganha forças a mais. Uma força necessária e muito bem-vinda, garante Lozano.

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