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O mundo desenvolvido tem sido o foco inicial dos fabricantes de vacina, devido à melhor infraestrutura de saúde e os níveis de preço mais elevado. No entanto enfrentando cada vez mais mercados saturados, no Ocidente, as empresas estão procurando se expandir para novas regiões geografias, como os mercados emergentes da América Latina.

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Folha de S. Paulo – Caderno Saúde
Pesquisas clínicas terão mais recursos

Governo anuncia R$ 1,5 bilhão para financiar estudos em saúde e aumentar produção de remédios nacionais. Parte do dinheiro será usada para enquete nacional sobre como os brasileiros usam e descartam remédios
SOFIA FERNANDES - DE BRASÍLIA

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Até 2012 mais de 65% dos estudos clínicos regulados pelo FDA serão conduzidos fora dos Estados Unidos. Uma vez que a condução dos estudos clínicos depende de vários critérios, incluindo localização das instalações corporativas globais, custos, regulamentações e lançamento futuro dos produtos, cada vez mais os mercados emergentes tem sido considerados pois oferecem um significativo potencial mercadológico (crescimento farmacêutico nos US em 2009 está projetado para 4-5%, enquanto que nas regiões de mercados emergentes está projetado para 14-15%).

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Pesquisadores da Faculdade de Medicina Mount Sinai identificaram a primeira droga a demonstrar efeito terapêutico sobre um tipo de autismo.

A droga mostrou eficácia na melhoria a comunicação entre as células nervosas de um modelo do rato com a Síndrome Phelan-McDermid (PMS). Os sintomas comportamentais de PMS enquadram-se na categoria do transtorno do espectro autista.

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O HHS (Departamento de serviço de saúde humana) indicou que o FDA tem sido incapaz de acompanhar o rápido crescimento da pesquisa clínica fora dos Estados Unidos. O Relatório fornecido pelo Inspetor Geral do HHS não teve por objetivo investigar, mas sim proteger o FDA de possíveis cortes no orçamento ou tornar o caso um novo programa ou criar novas regulamentações.

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Publicada em 18/06/2011
Gilberto Scofield Jr.
Flavio Freire

SÃO PAULO - Todos os anos, laboratórios farmacêuticos investem cerca de US$ 40 bilhões em pesquisas de novos remédios para um sem-número de doenças. Se, por um lado, lucram alto quando descobrem um remédio novo eficaz, por outro dão esperanças a milhões de pacientes que buscam a cura para seus males ou uma maneira menos dolorosa ou debilitante de conviver com sintomas crônicos.

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