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No país, o sinal verde para um novo estudo leva até quatro vezes mais tempo do que nos EUA

Seguidor de uma rotina regrada, livre de maus hábitos ou excessos, Afonso Celso Haas se confrontou com o veredicto de câncer de pulmão em estágio avançado há dois anos. Abatido por perspectivas desalentadoras, submeteu-se a uma quimioterapia convencional pouco antes de ter a oportunidade de se voluntariar para o teste de um novo medicamento. A cada duas semanas, o comerciante de Ijuí comparece à Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), uma das mais de duas dezenas de instituições participantes de uma pesquisa internacional, para a aplicação de nivolumabe, um dos remédios mais avançados da oncologia atual. Ainda em fase de avaliação, a droga não é comercializada em lugar algum do mundo, mas permite que alguns pacientes desfrutem de excelentes resultados e contribuam com o avanço da ciência.

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Recursos financeiros existem, mas restrições burocráticas somam-se a questões de ordem ética para determinar o ritmo de avanços em pesquisas clínicas de laboratórios brasileiros.

Por Paulos Vasconcelos

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Perfil do Evento

  • A vídeo-reunião será realizada com a presença de aproximadamente 25 convidados.
  • O número reduzido de pessoas visa tornar o encontro mais produtivo e colaborativo.
  • Público-alvo: Hospitais privados, Indústrias Farmacêuticas de pesquisa, CROs, centro de pesquisa, operadoras de planos de saúde.
  • O DNA do encontro é expressão wiki derivada da palavra havaiana wikie. Neologismo aqui empregado com o significado de um encontro breve e estruturado em uma nova forma de produção coletiva para o conhecimento.
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Em 1996, o Conselho Nacional de Saúde deu um passo à frente ao fixar diretrizes para a condução ética das pesquisas com seres humanos. No entanto, desde então, a comunidade científica tem manifestado sua preocupação com a burocracia e o viés ideológico e científico que pautam a agenda da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa.

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17/07/2013 - 03h30

SÃO PAULO -

O gigante acordou nas ruas, mas no campo das pesquisas clínicas parece adormecido. Problemas técnicos e burocráticos na aprovação de projetos continuam afugentando multinacionais e fazendo com que o Brasil só realize 1% dos estudos clínicos do mundo.

Além de abocanhar apenas migalhas dos 50 bilhões de dólares do setor, o país segue como um mero desconhecido para a comunidade científica internacional, conforme revela a Folha hoje.

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O FOCEP (Fórum Permanente de Comitês de Ética e Profissionais de Pesquisa Clínica do Município de São Paulo) é um fórum que pretende concentrar as discussões dos interesses dos CEPs e da pesquisa clínica em São Paulo. Trata-se de uma iniciativa muito interessante que pode ser um canal de comunicação importante com a CONEP, Ministério da Saúde e outras autoridades.

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